Como identificar diabetes tipo 2?

Como identificar diabetes tipo 2? A seguir conheça as principais maneiras de saber se você tem esta doença que afeta uma grande parcela do mundo.

Como identificar diabetes tipo 2?

Como identificar diabetes tipo 2? O desenvolvimento de diabetes tipo 2 às vezes passa despercebido. No entanto, esta doença crônica, generalizada no mundo, pode levar a graves problemas de saúde se diagnosticada tarde demais.

Antes de indicar as maneiras de como identificar diabetes tipo 2, vale a pena dizer que à visita ao médico é indispensável para compreender o problema de modo concreto e científico, bem como iniciar um plano de vida saudável para minimizar os danos.

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Como identificar diabetes tipo 2 nos seres-humanos?

A diabetes Tipo 2 é caracterizada por hiperglicemia crônica. Qualquer pessoa com glicose no sangue (açúcar) elevada, superior a 1,26 g / L (jejum) e 2 g / L (resto do dia), deve se preocupar.

Em geral, isso afeta indivíduos com mais de 40 anos, embora os casos observados em jovens ou adolescentes têm aumentando consideravelmente.

Estima-se que uma média de anos com hiperglicemia representa um diagnóstico preciso da doença. Só que durante esse tempo a diabetes jamais espera para causar estragos. Se não tratada de modo adequado tal doença progressiva pode piorar quadros de saúde.

De fato, ao longo do tempo, a hiperglicemia crônica conduz danos nos nervos e vasos sanguíneos. Isto leva, entre outras coisas, à cegueira, insuficiência renal, doença cardiovascular ou perda de sensibilidade nas extremidades, especialmente nos pés, gerando amputações.

É importante realizar exames para detectar tal condição o mais cedo possível e diminuir as consequências graves. Atualmente há tratamentos para gerenciar diabetes, embora nenhum possa oferecer a completa cura.

História familiar, obesidade, pressão arterial alta ou níveis elevados de colesterol são evidências consideráveis nas práticas de como identificar diabetes tipo 2.

Como contrair diabetes tipo 2?

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Os costumes nas rotinas diárias também são evidências de como identificar diabetes tipo 2. Entre os fatores ambientais o mais importante é estilo de vida.

Frequentemente, o público com diabetes tem uma dieta pobre ou quase nunca pratica atividade física.

A hipertensão também é um fator a considerar, pois aumenta o risco de desenvolver a doença. Há também formas hereditárias de contrair diabetes.

Diabetes tipo 2: Um problema mundial

E se você é diabético sem saber? A forma mais comum de diabetes (tipo 2) consiste numa doença insidiosa, ou seja, sem sintomas. Além disso, geralmente se manifesta quando avançada.

Com efeito, o aumento da glucose no sangue afeta os revestimentos dos vasos sanguíneos por todo corpo, gerando danos em órgãos, coração (risco de ataque cardíaco e acidente vascular cerebral) e nos rins (insuficiência renal), passando pelos membros.

Conforme um estudo publicado no Instituto de Vigilância Sanitária Francesa, em todos os anos na França 8 mil pessoas possuem membros inferiores amputados devido à complicação diabética, o que justifica a importância nos métodos de como identificar diabetes tipo 2 para conter avanços da doença.

Tratamento para diabetes requer atenção máxima

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O tratamento intensivo dos níveis de açúcar no sangue em algumas pessoas com diabetes tipo 2 pode causar complicações graves, sugere uma nova pesquisa.

“Neste estudo, descobrimos que, particularmente entre pacientes idosos e pacientes com doenças crônicas graves, o tratamento intensivo quase dobrou o risco de hipoglicemia grave que requer atenção médica, incluindo hospitalização“, disse Dr. Rozalina McCoy, endocrinologista de Rochester, Minnesota.

Hipoglicemia é uma complicação potencial séria no tratamento do diabetes. Os pesquisadores disseram que piora a qualidade de vida e tem sido associada aos eventos cardiovasculares, de demência e morte.

Pesquisadores analisaram informações em mais de 31.500 adultos americanos. Todos tinham diabetes tipo 2 e receberam tratamento intensivo. Nenhum estava tomando insulina ou possuía história prévia de hipoglicemia grave – ambos os fatores conhecidos por aumentar o risco de diabetes.

Quase 19% dos pacientes mais idosos, e, aqueles com doenças crônicas graves, recebeu gestão intensiva de açúcar no sangue.

Pacientes mais velhos, e, clinicamente complexos, registraram duas vezes mais probabilidade de desenvolver hipoglicemia grave do que os pacientes não complexos. O tratamento intensivo aumentou os riscos em 77% adicionais nos dois anos da análise, segundo os pesquisadores.

“Estes resultados são preocupantes por causa dos nocivos riscos de efeitos colaterais dos medicamentos, e, de hipoglicemia mais grave, que pode levar a lesões graves e até à morte”, alertou McCoy, que ainda salientou a necessidade de proporcionar tratamentos individualizados para as pessoas com diabetes.

Tão importante como identificar diabetes tipo 2 é prevenir os avanços da doença. Veja aquum vídeo superimportante que informa sobre o exclusivo método de tratamento da diabetes com respaldo científico.

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